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13
set

O que é Distúrbio do Processamento Auditivo Central

Postado por Audioclick em 13 de setembro de 2010

Se seu filho é hiperativo ou quieto demais; desorganizado e distraído; solicita frequentemente a repetição da mensagem falada dizendo: “hã?”, “o que?”,”oi?”; tem dificuldades com a fala, leitura e/ou escrita; então ele pode ter Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC).

- O que é Processamento Auditivo Central?

“Processamento Auditivo Central (PAC) compreende um conjunto de habilidades auditivas realizadas pelo sistema nervoso central que são necessárias para a interpretação das informações auditivas. É ouvir e entender o que ouviu. Podemos destacar as habilidades: detecção, localização e lateralização da fonte sonora, reconhecimento, discriminação, atenção seletiva e sustentada, memória de curta duração e aspectos temporais da audição. ASHA (1996)”.  (Disponível em: http://www.comportamentoinfantil.com/artigos/processamentoauditivocentral.htm)

A pessoa com Distúrbio do Processamento Auditivo Central possui alterações em uma ou mais destas habilidades auditivas, apresentando dificuldades de linguagem escrita e aprendizagem. Sendo assim, ela apresenta audição periférica normal, porém não consegue compreender o que é falado.

- Avaliação

É necessário fazer uma série de procedimentos comportamentais de avaliação Audiológica, para determinar se há ou não DPAC e qual o impacto desta alteração na comunicação.

 

A Audiometria e a Impedanciometria são pré-requisitos para avaliação do PAC. Pode-se complementar, quando necessário com procedimentos eletrofisiológicos.

 

Já é possível realizar a avaliação do PAC a partir dos 5 anos de idade, porém, não se pode dar o diagnóstico antes dos 7 anos, devido a imaturidade neurológica de algumas vias auditivas centrais antes desta idade.

 

- Tratamento

 

“Está a cargo do Fonoaudiólogo que, através de Treinamento auditivo, leva o indivíduo a reestruturar suas habilidades auditivas e a lidar com suas dificuldades”. (Disponível em: http://www.comportamentoinfantil.com/artigos/processamentoauditivocentral.htm)

 

Comentário: A criança com DPAC não é surda e nem preguiçosa, portanto é muito importante que os pais e a escola estejam bem informados, para um diagnóstico precoce e tratamento adequado.

 

 

Referências:

 

Disponível em:

 

http://www.comportamentoinfantil.com/artigos/processamentoauditivocentral.htm

 

Acessado dia: 28/08/2010

 

Disponível em:

http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/jornal102/saude_fono.aspx

Acessado dia 28/08/2010

 

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01
jun

Você sabia que o uso diário de fone de ouvido prejudica a audição?

Postado por Audioclick em 1 de junho de 2010

O uso de fones de ouvido tem se tornado algo freqüente. É comum hoje em dia ver pessoas de diversas faixas etárias nas ruas, no ônibus e até em casa, fazendo uso dos fones de ouvido. Estudos relacionados à saúde auditiva alertam para o risco do uso de volumes inadequados para escutar música com fones de ouvido.

Não que seja errado utilizar fones de ouvido, mas é importante adequar o volume. Por exemplo, quando estamos dentro do ônibus automaticamente aumentamos o volume do fone, isso ocorre devido ao barulho do ambiente que nos impede de ouvir a música em volume adequado, sendo assim, sempre que for preciso competir o volume do aparelho com o som ambiente é melhor evitar utilizar os fones, pois a longo prazo pode trazer efeitos irreversíveis para a audição.

Outro fator a ser evitado é a utilização do fone em apenas uma orelha, que nos obriga a aumentar o som.  A utilização em volume excessivo mais que uma hora/dia, por semana, aumenta o risco de deficiência auditiva permanente e zumbidos após aproximadamente cinco anos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 10% da população mundial tem algum tipo de perda auditiva, sendo que a perda auditiva relacionada à exposição a música amplificada.

Uma recomendação importante: o ideal é colocar o volume na metade da potência em que o aparelho é capaz de produzir. E se as pessoas que estão a sua volta estão escutando o som do seu fone, é sinal que o som continua alto, fique atento!

Referências Bibliográficas

Disponível em>http://info.abril.com.br/aberto/infonews/102006/19102006-0.shl<Acesso em: 12/05/2010

 

Créditos da Imagem

http://www.diref.org.br/convenios/070709_brasiaudio/audiometria.jpg

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01
jun

Função Auditiva Comportamentais e Eletrofisiológicos

Postado por Audioclick em 1 de junho de 2010

Métodos de Avaliação da Função Auditiva Comportamentais e Eletrofisiológicos

Os métodos de avaliação da audição comportamentais e eletrofisiológicos são de extrema importância para detecção de perda auditiva. A avaliação comportamental depende da participação do indivíduo durante o exame, já a eletrofisiológica não necessita da participação do indivíduo.

Avaliação Comportamental (subjetiva):

Essa avaliação envolve os exames de audiometria tonal e audiometria vocal. Por meio destes métodos de avaliação é possível determinar a presença ou não de perda auditiva. As repostas apresentadas pelo indivíduo submetido à avaliação permitem determinar o tipo de perda auditiva, o grau da perda auditiva e a configuração audiométrica. A saber:

Tipos de perda auditiva:

  • Perda auditiva condutiva
  • Perda auditiva neurossensorial
  • Perda auditiva mista

Graus de acuidade auditiva:

  • Grau normal
  • Perda auditiva de grau leve
  • Perda auditiva de grau moderado
  • Perda auditiva de grau moderadamente severo
  • Perda auditiva de grau severo
  • Perda auditiva grau profundo

Tipos de configuração audiométrica:

  • Horizontal
  • Descendente leve
  • Descendente acentuada
  • Descendente em rampa
  • Ascendente
  • Curva em U
  • U invertido
  • Entalhe

 

A perda auditiva pode acometer ambas as orelhas (perda auditiva bilateral simétrica ou assimétrica) ou apenas uma orelha (perda auditiva unilateral).

 

Em crianças de 6 meses a 2 anos a avaliação subjetiva (comportamental) da audição pode ser realizada por meio dos seguintes procedimentos: Observação do Comportamento Auditivo e Audiometria de Reforço Visual (VRA). Nesta faixa etária são observados os comportamentos da criança frente à estimulação auditiva por meio de sons instrumentais, sons calibrados e fala, sendo observada a capacidade de localização e reconhecimento dos sons.

A partir dos dois anos de idade a criança é avaliada por meio da audiometria condicionada lúdica, sendo registradas as respostas para tons puros nas diferentes faixas de freqüência.

 

Avaliação Eletrofisiológica (objetiva):

Por meio dos testes eletrofisiológicos é possível avaliar o sistema auditivo sem a participação ativa do paciente. Para tanto são utilizadas sondas e eletrodos para captação dos registros.

As EOA (emissões otoacústicas) têm objetivo detectar alterações auditivas de origem coclear. Consiste em método objetivo, indolor, simples, rápido, não invasivo, pode ser realizado em qualquer faixa etária, ressaltando-se sua aplicação em recém-nascidos. Elas são classificadas em: Espontâneas e Evocadas (Transientes Estímulo-freqüência e Produtos de Distorção).

A Imitância Acústica tem como objetivo avaliar a integridade e função da orelha média e tronca encefálico. É composto pelos seguintes procedimentos: Timpanometria e pesquisa do Reflexo acústico do músculo estapédio.

O BERA é um procedimento que registra a atividade elétrica da via auditiva até o sistema nervoso central. O teste é rápido, indolor, não invasivo e não emite radiações.

 

Comentários:

Os métodos de avaliações auditivas comportamentais e eletrofisiológicos são de extrema importância para o diagnóstico das alterações auditivas em adultos e crianças.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

www.arquivosdeorl.org.br/…/acervo_port.asp?id=13<Acesso em: 26/05/2010

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01
jun

Você sabe o que é Perda Auditiva Induzido por Ruído (PAIR)?

Postado por Audioclick em 1 de junho de 2010

A Perda Auditiva Induzido por Ruído (PAIR), pode ser definida como a diminuição gradual da capacidade de ouvir, devido à exposição sistemática e prolongada à níveis de pressão sonora elevados.

A exposição repetida a ruídos intensos ou música amplificada, pode levar a perda irreversível e permanente da audição. Como sua instalação é lenta e progressiva, o indivíduo exposto a intensidades elevadas, só se dá conta da deficiência quando a lesão já está avançada.

Outros agentes como substâncias ototóxicas e otoagressivas associados ou não à exposição ao ruído podem gerar perdas auditivas ao potencializar os seus efeitos sobre a audição, podendo ser citados a exposição a certos produtos químicos, as vibrações e o uso de medicamentos.

Os indivíduos portadores de PAIR podem desenvolver intolerância a sons intensos, queixar-se de zumbidos, principalmente nos momentos de repouso auditivo e de diminuição da inteligibilidade da fala, com prejuízo da comunicação oral. Para confirmação da existência de alterações auditivas, é fundamental a realização da avaliação audiológica formada por uma bateria de exames como a Audiometria Tonal por via área e óssea para pesquisa dos limiares auditivos nas diversas freqüências, a Logoaudiometria com testes de reconhecimento vocal, e a Impedanciometria, procedimentos estes realizados pelo fonoaudiólogo.

Até o momento, não existe tratamento para PAIR. O uso de protetores auriculares como equipamento de proteção individual (EPI), é indicado como um meio complementar importante para a redução da exposição prolongada a níveis elevados de pressão sonora, do qual reduz a transmissão do ruído à orelha interna do individuo exposto. Ações educacionais de controle da PAIR estão sendo usadas como forma de conscientização, garantindo assim a prevenção da perda auditiva.

Comentário:

A perda auditiva ainda que parcial, tem influência negativa na qualidade de vida do ser humano, com repercussões emocionais e sociais como o estresse, baixa auto-estima e depressão. Desta maneira vale ressaltar que a informação é o melhor meio para se garantir a saúde auditiva.

Referências Bibliográficas:

  • NUDELMANN, Alberto Alencar et al. PAIR: perda auditiva induzida pelo ruído. Rio de Janeiro: Revinter, c2001.
  • FERREIRA JUNIOR, Mario. Pair – Perda Auditiva Induzida pelo Ruído: bom senso e consenso. São Paulo: Editora VK Ltda., 1998. 121p.

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01
jun

Reabilitação auditiva

Postado por Audioclick em 1 de junho de 2010

O intuito da reabilitação auditiva é desenvolver ou devolver a capacidade de percepção auditiva ao indivíduo portador de deficiência auditiva, com auxílio de dispositivos que possam amplificar o som. Dentre esses, citamos o Aparelho de Amplificação Sonora Individual, também conhecido como Prótese Auditiva, e o Implante Coclear.

O desenvolvimento da percepção de fala e aquisição de linguagem, bem como, o sucesso da reabilitação auditiva depende de alguns fatores determinantes como: tempo de privação auditiva, etiologia, engajamento do paciente e da família no tratamento fonoaudiológico.

A reabilitação no implante coclear tem início na ativação dos eletrodos e na realização do mapeamento. Não difere da reabilitação do deficiente auditivo adaptado ao aparelho de amplificação sonora convencional.

 

 

Comentário:

A Reabilitação Auditiva busca melhorar as condições no relacionamento familiar e social do portador de perda auditiva, possibilitando (re) inserção social e laboral.

 

Referências Bibliográficas

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