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29
abr

Resumo do filme: Rain man

Postado por Cabeças Pensantes em 29 de abril de 2011

O filme retrata a história de Raymond um autista interpretado por Dustin Hoffman que vive em um hospital psiquiátrico, até que herda uma fortuna de seu pai. Seu irmão Charlie (Tom Cruise) que desconhecia a existência de Raymond, depois do falecimento de seu pai, resolve procurar o irmão autista com interesse na sua herança. Raymond é sequestrado do hospital psiquiátrico pelo irmão, a fim de exigir a fortuna. Os dois viajam para Los Angeles para se conhecerem melhor. Durante a viagem, Raymond demonstra suas habilidades autistas. A personalidade de Reymond é marcada por suas reações (gritos, insistências, etc.) quando era forçado a fazer algo que não lhe interessava. Porém, apresentava características típicas de um garoto superdotado, como facilidade em matemática e excelente memória. No início, Charlie se irrita facilmente com o irmão, mas aos poucos, vai se envolvendo profundamente com Raymond e começa a entender suas limitações criando um carinho pelo irmão e ficando admirado com sua inteligência. A partir daí, o dinheiro não é mais prioridade para Charlie.

A Fonoaudiologia é uma grande aliada no tratamento do autista. No caso de Reymond, que portava um autismo de grau leve, uma intervenção logo nos primeiros anos de vida seria fundamental para amenizar as estereotipias apresentadas pelo personagem e desenvolver habilidades desconhecidas pela família. Embora haja muita diferença entre os autistas, a maioria não fala, alguns se comunicam através de gestos e todos evitam o afeto com o ser humano. A Fonoaudiologia pode intervir também com a comunicação suplementar e despertar até mesmo outras habilidades do autista que estão escondidas.

Direção: Barry Levinson

Drama: 128 min

 

Alunas: Camila Oliveira, Diene Rodrigues, Paula Alves/ 8º período

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25
abr

Educação ainda na contramão

Postado por Cabeças Pensantes em 25 de abril de 2011

Resenha sobre artigo de Marco Antônio Silva publicado na sessão Opinião do Jornal Estado de Minas (05 abril 11).

 

Há pouco tempo repercutiu na imprensa internacional, a baixa qualidade do ensino brasileiro. É uma árdua tarefa para a presidente Dilma Rousseff mudar a realidade desafiadora das escolas brasileiras.

Existe uma disparidade entre o que é ensinado nos Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), considerados centros de excelência, com o que tem sido aprendido nas escolas públicas. Falta um renovar de idéias e implementações, para que o estudo público conduza os estudantes a um tempo próspero de aprendizagem.

Enquanto isso, o que se vê, são alunos que deixam o ensino médio e não querem optar pelo magistério, pois não enxergam nele um bom futuro profissional. Também na educação de jovens e adultos, existe desmotivação de voltar aos estudos pela pressão do dia a dia, e é o professor que deve encorajar estes alunos. Mas como encorajar, diante de um salário tão pequeno e ante ao grande desafio pedagógico?

É preciso aprender com erros atuais e esforçar para que, em breve, sejam implementadas ações que revigorem o ensino público, assim como acontece nos Cefets. O alunato brasileiro agradece!!

Hudson André de Jesus

Graduando em Fonoaudiologia PUC Minas

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25
abr

INCLUSÃO ESCOLAR

Postado por Cabeças Pensantes em 25 de abril de 2011

O Estatuto da Criança e do Adolescente recomenda em seu artigo 15: “A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como seres humanos em processo de desenvolvimento”. E continua no artigo 53: “A criança e o adolescente têm direito à educação, visando o pleno desenvolvimento de sua pessoa (…) assegurando-lhes igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”.

Conceitua-se a inclusão social como o processo pelo qual a sociedade se adapta para poder incluir em seus sistemas sociais gerais, pessoas com necessidades especiais e, simultaneamente, estas se prepararem para assumir seus papéis na sociedade.

A pessoa portadora de alguma deficiência convive socialmente com sua família, porém este convívio não se estende na escola, no clube, na igreja e nas outras áreas da sociedade porque é colocada como um ser diferente. Pessoas portadoras de deficiências, por não corresponderem às expectativas, são consideradas “anormais”, diferentes, incapazes, pouco produtivas. Este estigma cria preconceito, que gera medo, e o medo provoca ignorância e afastamento.

A ideia inicial de inclusão foi confundida com a noção de “tornar normais as pessoas deficientes”.

A inclusão é um movimento que tem como vantagens aumentar as chances de desenvolvimento de habilidades sociais; melhorar a aprendizagem por meio do trabalho em grupo; se preparar para a vida adulta em uma sociedade diversificada, ter mais condições de desenvolver suas capacidades e de desfrutar de um convívio social rico e abrangente, sem tantos rótulos e estigmas.

A instituição escolar tem como desafios, juntamente com os pais, formar uma rede de apoio para que se possa fazer o melhor por estes educandos, desenvolvendo suas potencialidades e cidadania.

Os professores muitas vezes julgam-se incapazes de dar conta dessa demanda, despreparados e impotentes. Além disso, devem conhecer os diferentes tipos de necessidades especiais que os alunos venham a portar, a fim de modificar, se necessário os métodos pedagógicos usados. Existe também a questão da acessibilidade. A escola deve fornecer estrutura necessária para receber estes alunos.

A mesma sociedade que inclui é a que exclui!

 

Grupo: Brízia, Ludmila, Marbene, Mariana T e Raquel K.

Alunas do 5º período do Curso de Fonoaudiologia

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25
abr

As Causas do Fracasso e Evasão Escolar

Postado por Cabeças Pensantes em 25 de abril de 2011

Sabe-se que o fracasso escolar é a incapacidade de uma pessoa para atender normas mínimas de uma instituição educacional. Muitos casos de insucesso escolar acontecem entre os estudantes que têm a capacidade e inteligência para ter sucesso, mas que por algum motivo não aplicam essas habilidades no ambiente escolar.

Existem vários fatores que podem levar ao fracasso escolar. Entre eles: a depressão (sentimento de inutibilidade, pensamentos negativos sobre si mesmo; causando mudanças nos hábitos alimentares, nos padrões de sono, na capacidade de concentração e de tomar decisões); ansiedade (interfere na habilidade da pessoa de concentrar-se e focar-se); algum tipo de deficiência mental ou física (como a visual e auditiva); o bilingüismo (como é o caso de escolas americanas); mudanças frequentes de escola; pobreza (falta de moradia adequada, necessidade de trabalhar, deficiência alimentar) e etc.

A evasão escolar está diretamente associada ao fracasso escolar, pois neste caso, o aluno se ausenta da escola para evitar uma situação possivelmente constrangedora e desconfortável, por exemplo, a repetência e a gravidez na adolescência.

Cabe aos profissionais da saúde (psicólogos, fonoaudiólogos) e da educação (professores), a detecção destes problemas e o fornecimento de estratégias e encorajamento para superá-los.

Brízia Lacerda (Aluna do 5º período)

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25
abr

Evasão e Fracasso Escolar

Postado por Cabeças Pensantes em 25 de abril de 2011

Distância, violência, falta de estímulo por parte dos alunos e professores, questões familiares e problemas de saúde podem contribuir para o fracasso e abandono escolar. Por questões físicas e didáticas, as escolas enfrentam dificuldades para manterem os estudantes nas salas de aula.

O aluno muitas vezes deixa a escola, por esta ser muito longe da sua casa e por não ter transporte que o leve ate lá. Alguns pais exigem demais dos seus filhos e esse excesso de cobrança pode levar à frustração do aluno. Outros pais não valorizam a escola, talvez porque não tiveram uma oportunidade de ensino também. Problemas de saúde podem também impedir que o estudante frequente a escola.

Muitas alternativas podem contribuir para solucionar essa problemática. O investimento na Educação deveria ser prioridade e o Brasil parece caminhar para esse ideal. Professores bem remunerados e alunos bem alimentados se sentem mais dispostos a encararem a sala de aula. A instituição de ensino que passa segurança, dentro e fora das salas, atrai a família e o círculo social do aluno para dentro da escola. O vínculo entre a escola e a família do aluno, quando bem estabelecido, faz com que um conheça melhor o outro e fiquem mais atentos aos problemas que podem acarretar nessa defasagem escolar.

 

Aluna: Anna Cláudia Souza Mendes

 

5o Período Fonoaudiologia

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