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01
out

A Fisiologia na Fonoaudiologia

Postado por Falantes em 1 de outubro de 2010

A Fisiologia trata funcionalmente de cada um dos sistemas do organismo humano, tentando assim passar uma idéia da integração que existe entre esses sistemas para que se atinja o equilíbrio interno do corpo.

 

Na Fonoaudiologia, a disciplina de  Fisiologia Humana, apresenta grande importância na formação do profissional. Além de aplicar conceitos, ela faz entender o modo de funcionamento dos diversos aparelhos e sistemas de todo o organismo, auxiliando o fonoaudiólogo na orientação e reabilitação de pacientes e seus familiares de acordo com a patologia ou disfunção apresentada.

 

Na orientação do aleitamento materno pelo fonoaudiólogo, a fisiologia possibilita maior entendimento sobre a necessidade e importância do aleitamento natural. Este último promove um correto desenvolvimento crânio-facial através da sucção, garante também uma nutrição completa e estimula o sistema imunológico do recém nascido.

 

Aspectos fisiológicos do aleitamento materno:

 

A secreção láctea é controlada pela prolactina, formada na hipófise anterior, no período de gestação e sob estímulo da sucção mamária. Outro mecanismo fisiológico importante, também exercido pela sucção, é o estímulo à secreção de ocitocina, pela hipófise posterior, que provoca a contração das células mioepiteliais das paredes dos ductos e desencadeia a ejeção do leite através dos mamilos. A condição homeostática da produção destes hormônios e a sucção são responsáveis pelas condições básicas para a lactação.

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01
out

Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Oral

Postado por Falantes em 1 de outubro de 2010

Neste capítulo, os autores Denise Brandão de Oliveira e Britto e Paulo Franco Taitson abordam aspectos referentes ao desenvolvimento da linguagem oral, interação dos aspectos fisiológicos, cognitivos, emocionais e sociais. Fisiologicamente, o córtex cerebral apresenta duas regiões relacionadas com a contextualização da linguagem; a área da Broca, responsável pela produção da linguagem falada, e a área de Wernick, área de compreensão da linguagem. Por volta do segundo ano de vida, a linguagem oral começa a se manifestar, porém a criança ainda necessita de um indício para desencadeá-lo num contexto, ou seja, ser intencionada ou motivada por alguma razão; utilizando de recursos elementares para agir sobre o outro. Logo a criança sai das vocalizações sem sentido, e passa a formar e elaborar frases em um contexto; processo de aquisição e desenvolvimento. O aspecto pragmático é referente à habilidade em usar a língua em diferentes contextos, evolvendo a interação, intenção e a representação. A semântica refere-se ao contexto, significado das palavras; iniciando-se com o aprendizado de objetos, depois as ações e em seguida os vocábulos ligados aos aspectos cognitivos. O desenvolvimento morfossintático ocorre quando há combinação ou justaposição de palavras, levando à construção da linguagem. O desenvolvimento fonológico é descrito a partir dos processos fonológicos, que são simplificações da fala do adulto que a criança vai fazendo e superando ao longo do seu desenvolvimento. Conclui-se que o texto em questão nos remete ao fato que a aquisição e o desenvolvimento da linguagem oral estão relacionados com as áreas anatômicas da linguagem, desenvolvimento da comunicação pragmática, semântica, morfossintática e fonológica.

 

 

 

Palavras-Chave: Neuroanatomia, Pragmático, Semântico, Morfossintático e Fonológico.

 

Referência: BRITTO, Denise Brandão de Oliveira e; TAITSON, Paulo Franco. Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Oral. In: BRITTO, Ana Teresa. Livro de Fonoaudiologia. São José dos Campos: Pulso, 2005. p.191-199.

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14
jul

Síndrome de Asperger

Postado por Falantes em 14 de julho de 2010

Em 1994, a síndrome de Asperger foi reconhecida no “Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Desordens Mentais”  .Faz parte do espectro dos Transtornos Invasivos do desenvolvimento (ou espectro de autismo)

Os sujeitos com esta síndrome apresentam desvios e anormalidades em três áreas do desenvolvimento: relacionamento social, uso da linguagem para a comunicação e certas características de comportamento e estilo envolvendo características repetitivas ou perseverativas sobre um número limitado , porém intenso , de interesses .

Atualmente estas crianças freqüentam as escolas ditas normais, mas os professores costumam ter muitas dificuldades em recebê –los, devido ás suas características. Vamos sugerir peuqenas atitudes que podem fazer grande diferença na convivência destas crianças nas escolas:

As crianças com síndrome de Asperger precisam saber o que vai acontecer com antecedência, portanto, façam previsões ( dia da excursão, mudanças de horários, alunos novos, etc).

Faça com que as modificações que acontecem na escola sejam realizadas de maneira mais branda.

Não tenha pressa com estas crianças: apresente os professores, colegas, faxineiros.

Converse com muita calma, evite metáforas e palavras com duplo sentido.

Sugerimos também o uso de fotografias dos locais/ pessoas/ situações, para que ela possa prever e questionar, antes que a mudança ocorra. O mais importante: respeite a criança portadora da Síndrome de Aspereger.

Maiores informações sobre síndrome de asperger: http://www.autismo-br.com.br/home/As-vida.htm

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-44462006000500002&script=sci_arttext

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12
jul

Por que uma pessoa que tem gagueira, quando canta não gagueja?

Postado por Falantes em 12 de julho de 2010

É comum ouvir dizer que a gagueira desaparece quando a pessoa não se encontra em situação de auto-expressão, como por exemplo: cantando uma música.

A explicação para este fenômeno está relacionada ao funcionamento de uma Região Subcortical do Cérebro, os Núcleos da Base, responsáveis pela temporalização dos movimentos da fala espontânea. Essa região atua sem a nossa consciência, imprimindo um ritmo ao nosso falar espontâneo.

Quando cantamos, o ritmo do movimento deixa de ser inconsciente e os Núcleos da Base não precisam produzir internamente um ritmo para o movimento, pois o ritmo já está implícito na tarefa cognitiva e consciente de cantar.

O tratamento para a gagueira existe, é feito pelo fonoaudiólogo juntamente com outros profissionais e é indicado tanto para crianças quanto para jovens e adultos.

Gagueira não tem graça, tem tratamento!

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27
mai

Repita comigo: gagueira não tem graça, tem tratamento!

Postado por Falantes em 27 de maio de 2010

A gagueira ou disfemia é um distúrbio da comunicação humana considerada como distúrbio ou transtorno de fluência da fala. A fluência é definida como um aspecto da produção da fala que se refere à continuidade, velocidade e o esforço que o indivíduo faz na realização de componentes lingüísticos. Fluência é um fluxo contínuo e suave de produção de fala.

 

A gagueira é involuntária e caracterizada por repetição de sílaba, de sons, prolongamento, bloqueio e pausas desnecessárias. Este distúrbio acomete cerca de 1% da população mundial em uma proporção de 3 homens para cada 1 mulher. Várias são as causas e as teorias que explicam a gagueira.

 

É comum ver crianças, na fase de aquisição da linguagem, apresentarem disfluência. Porém a criança que, após 6 meses, continua a ter sintomas da gagueira, merece atenção de um especialista. Em alguns casos a gagueira regride espontaneamente, entretanto, em algumas pessoas, ela pode persistir. É indicado aos pais e familiares que procurem o fonoaudiólogo assim que os sintomas apareçam. A pessoa gaga pode desenvolver problemas sociais, profissionais e mesmo emocionais, devido à importância da comunicação para vida do ser humano.

O tratamento para a gagueira existe, é feito pelo fonoaudiólogo juntamente com outros profissionais e é indicado tanto para crianças quanto para jovens e adultos. Avaliar as possíveis causas e tratar os sintomas é papel da equipe, do paciente e dos familiares envolvidos. O tratamento pode envolver ações de prevenção, terapia fonoaudiológica, uso de medicamentos e utilização de equipamentos especiais. A prevenção da gagueira tem como alvo a orientação e aconselhamento das pessoas que fazem parte do meio ambiente do indivíduo gago. A terapia medicamentosa (prescrita pelo médico), assim como o uso de equipamentos de controle e monitoramento da gagueira tem apresentado resultados consideráveis, juntamente com novas técnicas desenvolvidas pelos fonoaudiólogos.

 

Ouvir atentamente sem corrigir; explorar a comunicação nos dias em que a pessoa está mais fluente e prestar atenção ao conteúdo e não à forma como a pessoa fala, são orientações básicas e importantes para quem convive com a gagueira.

 

Quer conhecer mais sobre esse assunto? Acesse e leia outras informações:

 

http://www.abragagueira.org.br/tratamentos.asp

 

http://www.gagueira.org.br/conteudo.asp?id_conteudo=32

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