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Respiração Bucal e o sistema estomatognático

Postado por editor em 29 de novembro de 2010

Podemos observar que os efeitos da respiração oral são bastante nocivos e indiscutíveis, é a herança genética. Pode deixar seqüela no crescimento crânio facial na musculatura e nas funções de mastigação, deglutição e fala. Os resultados observados demonstraram que as causas mais freqüentes de respiração bucal foram rinite alérgica, hipertrofia de tonsilas faríngea e palatina, deformidades septais e por hábitos. Mostra que a  musculatura dos lábios, língua e bochechas tornam-se hipotônica e por isso, essas estruturas funcionarão de maneira inadequada e menos eficiente nas funções de mastigação, deglutição e fala.

O individuo que respira pela boca não consegue vedar os lábios devido ao tônus dos mesmos estar diminuído ou devido à oclusão dentaria que não possibilita o vedamento labial. Muita das vezes a mastigação pode apresentar mordida cruzadas, a deglutição será atípica, isto é com projeção de língua entre as arcadas dentárias, a fala poderá estar alterada devido á hipotonia dos órgãos fonoarticulatórios e ao posicionamento incorreto de língua. O respirador oral quase sempre apresenta algum tipo de alteração dentárias a qual denomina- se má oclusão que pode ser protrusão de arcadas dentarias, mordida aberta, mordida cruzada, classe ll, entre outras.

Nestes casos observados no artigo pode se relata que o tratamento fonoudiológico tem como objetivo, principalmente, a conscientização por parte da família da necessidade da adequação da respiração. E em segundo momento, o trabalho muscular necessário será realizado através de exercícios que adequarão a tonicidade e postura dos órgãos fonoarticulatórios, além de adequar as funções de mastigação, deglutição e fala.

É importante ressaltar que em  alguns pacientes pós-tratamento com otorrino e/ou alergista, que não apresentam mais impedimento orgânico para respiração nasal, mas continuam sendo respiradores orais (respiradores oral por hábitos), também deverão realizar terapia fonoaudiológica a fim de aprenderem a utilizar o nariz para respirar.  Mostra também que algumas crianças necessitaram, em determinados momentos, do tratamento ortodôntico que provavelmente, será realizado em conjunto com fonoaudiológico.   Isto mostra que pode ser revestido o quadro da respiração oral possibilitando melhores nas condições de vida futura ao paciente através do tratamento multidisciplinar.

Referência Bibliográfica

BERTE. C.Larissa, MOTONAGA.M.Suely,LIMA.ANSELMO.T.Wilma

Respiração Bucal: causas e alterações no sistema estomatognático. Revista Brasileira de otorrinolaringologia, v.66, ed.4, p.373-379, julh./agost.2000

PALAVRAS-CHAVES:FONOAUDIOLOGIA-RESPIRAÇÃO-BUCAL


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Um Comentário para Respiração Bucal e o sistema estomatognático

  1. bom dia gostaria de ler o artigo completo, pode desponobilizalo, obrigada

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